quinta-feira, 5 de agosto de 2010

4 de Agosto - Escolhas


Alvorada, minha gente!!


Pantera ao serviço na mega cozinha no chão e toda a gente à espera na mega mesa no chão.

Como é óbvio não podíamos continuar com estas estruturas improvisadas e, portanto pusemos mãos ao trabalho: toldos pendurados, cozinha com porta como tampo e mesa triangular. Estávamos todos a contar os segundos que demorávamos para ver se dava para ir ao banho. “São estes tipos de coisas que me deixam orgulhoso”, foram as palavras do Nuno quando viu o que tínhamos construído, mesmo quando pensávamos ter problemas de sisal.

Agora sim, podíamos ir tomar banho: uns chuveiros todos catita, mas que não deitavam água, o que nos fez demorar a tomar banho e depois o Nuno fica chateado, concerteza que fica chateado. O que deu conta para desenrolar o fio da confusão que foi a feijoada do almoço, mas não íamos para Lisboa sem o prato estar “rapado”, o que foi difícil porque a maior parte não gostava. Enfim…um grande filme.
Lá foi o Vasco tomar a injecção e fizemo-nos ao caminho, rumo a Lisboa. 14km na Ponte Vasco da Gama e voilá!!O destino foi, mais propriamente o Oceanário no parque das Nações.


Este parque é representante da Lisboa moderna e tem como principais atracções
o Oceanário, o Pavilhão Atlântico, o Pavilhão de Portugal, a Torre Vasco de Gama e a Gare do Oriente.
“Quando morrer vou buscar os instantes que não vivi junto ao mar” é a inscrição inicial do oceanário por cima do aquário central. Tubarões, garoupas, raias, mantas
, ratões, peixe-lua e muitos outros faziam maravilhas aos nossos olhos, no entanto, o que nos fazia correr de um lado para o outro era o peixe-lua: enorme, praticamente redondo, o peixe com a maior estrutura óssea do mundo e feio como a lua.




Viajamos pelo Atlântico, Índico, Pacífico, Antárctida e fomos à floresta tropical, sempre a apreciar a vida de cada oceano: a lontra que parecia morta


, as estrelas do mar, os peixes como o Nemo e a Dori, os peixes-amarelos, os corais, etc. No piso inferior vimos o polvo (aquele alemão que é adivinha), chocos, medusas, anfíbios. Por fim, vimos a casa do Vasco, onde aprendemos a reciclar e poupar energia. (O Vasco é a mascote do Oceanário.)

Directamente do oceanário, fomos para o teleférico, foi espectacular! O Nuno tornou-se a principal atracção ao ir quieto, tipo estátua e não deixar ninguém mexer um dedo. Não sabemos se foi do susto ou não, mas durante a viagem disse-nos que íamos jantar ao Mc Donald’s. Ficamos eufóricos! E decidimos mostrá-lo através da música e até tivemos direito a público.

Chefes prontos, lá vamos nós para o Vasco da Gama, a correr (quase todos) para o Mac. A satisfação era bem visível na nossa cara!!! No final do jantar, divertimo-nos com o pião do Happy Meal, fazendo perguntas sobre o grupo, tais como: “o Coutinho e o Cabeda são cromos?”, entre outras que nos divertiram graças à resposta do dado.

Barriguinha cheia, cá vamos nós de volta à Arrábida, não sem antes cantarmos pelo caminho “lata amarela, uh, ah, a minha lata amarela, lata amarelaaaaaaa, a minha lata amarelaaaaaaa” e teve direito a coreografia.

Durante a viagem a Pantera ouviu Deolinda e Pedro Abrunhosa.

Chegados ao campo ficamos a assistir ao fogo de conselho internacional (portugueses e alemães) dos outros escuteiros que estão no campo.

A noite chegou ao fim e fomos dormir.


Da nossa viagem a ouvir Deolinda surgiu esta música a esta maravilhosa equipa:


Agora sim, damos a volta a isto,

Agora sim, há pontos para ganhar

Agora sim, vamos com optimismo,

Vamos em frente, ninguém nos vai parar.


Agora não, que temos construções,

Agora não, que há feijoada,

Agora não, que a Xica enjoou,

E a louça não está lavada.


Agora sim, já podemos formar,

Agora sim, prontos para partir,

Agora sim, a escolha já está feita,

Vamos em frente nos carros a dormir.


Agora não, que falta o peixe-lua,

Agora não, que queremos ir voar,

Agora não, que temos espectadores,

No Mc Donald’s vamos parar.


Vão dormir, que nós vamos lá ter (1000 vezes)


O Jorge não nos pode ouvir cantar esta música.


THE END.


( Texto Elaborado Equipa Pantera )

PS: A equipa de Animação pede desculpa pelo atraso mas, é alheia ás condições encontradas em campo (Rede Móvel e Electricidade)

3 de Agosto - Mudança

Nem queríamos acordar só de pensar no levantamento Olímpico dos campos mas vá, 8h00 e estavam os morcegos a pé para preparar o belo do pequeno-almoço!



Resultado: tudo preparado 10 min. Mais cedo do que o suposto, continuamos inspiradíssimos, depois do fantástico pequeno-almoço em que a frase que mais se ouvia era “este pão está duuuro” ou então o Nuno “ eu tive sorte, o meu não” pois, pois… Adiante, arrumamos a casa do escuteiro, onde tínhamos ficado três dias, a morcego na cozinha, pantera na sala e suricata no WC e com os grelhadores…
Estávamos ansiosos por ir embora, não sei se por estupi dez ou masoquismo: andar de carro o dia todo? NÃÃÃ!! Bom, teve que ser né?


Mas antes de partirmos para Beja ( 1º lugar de poiso:-P) tivemos que ir ao centro da vila do Carvoeiro procurar uma Farmácia para comprar os medicamentos para a Micose do Nuno ahahah de carro não estava a ser facile , como tal, eu (Maria) e o Gonçalo saímos carro fora e fomos a penantes até que encontramos um senhor polícia muito simpático que nos levou direitinho lá. Medicamento comprado e bota começar a trip ;) Bem, a paisagem deste dia foi fantástica: árvores de um lado e árvores do outro, wow!! O nosso primeiro poiso acabou por não ser em Beja, mas sim numa aldeia algures no Alentejo, na casa da caseira do Jorge (casa da caseira brutal) :P onde nos ofereceram chcocolate suíço (hummm), bolo (hummm), pão, chouriço, queijo, fiambre e bolachas: um manjar dos deuses

:-D Muito agradecidos pelo lanche seguimos viagem, desta vez paramos em Beja, à beira do castelo, uma tosta descomunal e ou pequena brisa de vento que corria era quente (o vento deve ser a única coisa que corre no Alentejo XD) Acabamos por almoçar as nossas belas sandes com ovo mal cozido ao lado do castelo e decidimos, como escuteiros que somos, dar alguma comida que sobrava a um sem-abrigo J



Depois do almoço e da boa-acção fomos visitar o castelo, uma beleza, subimos 155 escadas para ver pedra, yupi XD Voltamos aos fornos (carros) e partimos desta vez em direcção a Évora.



A primeira coisa a fazer: comprar água. Estávamos desesperados…após nos recompormos preparamo-nos para outro joguinho de vila! Foi lindo: Évora é muito bonita…Começamos por ir à pousada da juventude onde apenas nos conseguiram arranjar um mapa, já não é mau, facilitava-nos a vida no jogo…Lá continuamos nós atrás das informações como um cavaleiro defende os calções (mas porquê que eu estou aqui? Vou mas é para ali pôr-me a procurar). Estávamos nós a andar felizes e contentes pelas ruas de Évora quando encontramos um telemóvel (Nokia, grande tijolo por sinal)e tentamos arranjar uma solução para o devolver ao dono mas não estava fácil. Andamos mais um bocado onde estava um grupo de pessoas a ouvir o faducho do senhor alcoolizado…chegamos lá e perguntamos “de quem é isto, carago?” ao que o senhor alcoolizado estendeu o braço e nós felizes de termos completado a nossa missão :D mas as pessoas, como ingratas que são, ainda nos acusaram de querermos roubar o telemóvel e nós danamos, aborrecimos com a situação dissemos “vá-se catar senhor alcoolizado” e nisto apareceu um home, provavelmente escuteiro que nos acalmou dizendo-nos que, ao dizermos que somos escuteiros, as pessoas não deveriam desconfiar denóis!! J Continuamos a descer a rua do artesanato, que é muito característico por sinal, até à praça de Giraldo
(praça central da cidade histórica) e dirigimo-nos até ao ponto de turismo onde nos disseram que Évora é uma cidade histórica no coração do Alentejo, é herdeira de um rico e variado património cultural, construído e preservado ao longo do tempo. Fundada pelo povo romano e por este denominada Ebora Liberalitas lulia, a cidade foi a praça-forte que alicerçou, no Além- Tejo, a formação do novo reino de Portugal durante a Reconquista cristã peninsular do séc. XII. Após a consolidação das fronteiras com Castela, vários reis aqui fixaram a sua corte, particularmente no período das descobertas marítimas, época em que, orgulhosamente, exibiam títulos e senhorios de terras tão distantes como a Guiné, Etiópia, Arábia, Pérsia e Índia. O património histórico e artístico que hoje se preserva na cidade resultou, em boa medida, dessas longas permanências da monarquia portuguesa.O conjunto monumental que esses tempos áureos legaram à cidade, em harmonia com o tecido urbano de cariz popular, estão na base da classificação de Évora como Património Cultural da Humanidade (1986).
Além deste património único no país, a região em torno de Évora tem muito mais para oferecer ao visitante. É o caso da singular paisagem arquitectónica megalítica, uma das mais antigas e monumentais da Europa, perfeitamente integrada na paisagem rural envolvente e de que o recinto megalítico dos Almendres é o melhor exemplo.
Seja no entretecido das ruas medievais, na exuberância dos palácios, mosteiros e igrejas, nos espaços de convívio e de degustação dos requintados paladares da cozinha tradicional, Évora esconde o encanto próprio das cidades antigas. Mas sobre essa matriz histórica ela reassume-se, novamente, como pólo de desenvolvimento regional face aos grandes desafios do futuro através da criação de grandes equipamentos, da aposta na qualificação de produtos e serviços de excelência na área do Turismo, da intensa oferta cultural, a par da criação de infra-estruturas urbanas que dão prioridade ao bem estar dos seus habitantes.
Por todas estas razões, o turista e o visitante encontrará em Évora um excepcional património cultural, coexistindo, em harmonia, com os melhores padrões de qualidade de vida do país. Motivos sobejos para não deixar de a conhecer e descobrir…e, seguramente, desejar voltar.

De seguida, tentamos ir à catedral (edifício monumental romântico-gótico) mas estava fechada!

Continuamos a vaguear por Évora e encontramos uma fundação, a Fundação Eugénio de Almeida onde descobrimos que a bebida característica de Évora é o vinho “pêra-manca”, “cartucha” e “foral”, e a comida típica são as migas. Seguidamente, fomos, por fim, contemplar, o Largo Conde Vila- Flor (ruína do tempo romano (século I)


, Museu de Évora, Biblioteca Pública de Évora, Igreja e Convento de Lóios (pousada, século XV- XVII), Museu do Palácio dos Duques de Cadaval (século XVI), Serviço de Trens puxado por cavalos. Conde de Vila-Flor.
O Museu e a Biblioteca estavam fechados, mas vimos por fora, já não é mau J Já quando o jogo acabou descobrimos que a sobremesa típica se chamava “SERICAIAS”! Com tudo sabido e jogo acabados, bazamos de Évora e partimos para a Arrábida.


Surpresa da viagem: a Bea não dormiu o caminho todo :-P

A chegada á Arrábida não foi nada fácil: não sabíamos onde ficava o campo, não tínhamos rede, NADA!

Começamos logo a pensar noutro sítio para dormir e jantar, eram 23h00 e jantar nem vê-lo. Lisboa, foi logo o que pensamos, ir jantar ao Mc Donald´s mas… planos furados: parou um carro ao qual pedimos direcções e viemos cá ter direitinho e enquanto esperávamos pela tralha toda o chefe de campo mostrou-nos um brutal slide sobre a Serra de Arrábida ! Soubemos o pior: não há luz, não temos petromax e no grupo só há 3 lanternas, GREAT!!-.- Bem, mas siga montar as coisas, fazer o jantar: a Equipa Morcego tem a tenda estragada, não faltava mais nada.

Enquanto os Morcegos inventavam como cozinhar ( pois não fazíamos a mínima ideia como se fazia.



O resto do grupo tentava arranjar uma maneira de montar a tenda… Ficou tudo espectacular, tanto o jantar como a tenda! E, como só há aqui 3 lanternas tivemos de ir á casa de banho todos juntos. Xixi cama … acabou o nosso dia J.





( Texto Elaborado Equipa Morcego)

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

2 de Agosto - Travessia

Mais uma vez a alvorada foi ás 08h30 (boring... queremos dormir !!). Depois da noitada de ontem a reflectir sobre a maneira como cobramos a amor dado pelos nossos pais e afins à volta disso - temos a dizer que prometemos fazer as camas sem pedir algo em troca, prometemos 1 dia por mês nos dedicarmos a 100% á nossa familia e entre varias outras promessas sobre as quais reflectimos e acabamos por bem prometermostal coisa - pancas!! Pronto, também tivemos a comer chouriço assado na bathroom pelo chefe Jorjão (: e foi o fim da noite !!)
Bem, hoje somos nós a preparar o peq. almoço e a lavar a respectiva loiça I--)
e enquanto a gente estava enfiada na cozinha ojoutros tavam lá fora a cortir com som das guitarras PANANANA!!
Today is gonna be the day..." (foi a única que me lembroI-)
Depois do leite com chocolate, do croissant e meio ( croissant num acampamento?? ao pequeno almoço? Doentio o: tamos mesmo a cagar milhões !), da melância e entre outras coisas ( tipo manteigas e compotas ) fomos LAVAR A LOIÇA I-- E ... FORMATURA!
Weleley, Suricatas, os últimos a formar! ( e foi assim o dia todo...s:)
Yeah, é para acabar os papagaios


PAPAGAIO LOIRO, DE BICO DOIRADO,
LEVA-ME ESTA CARTA, PRÓ MEU NAMORADO!
Tanta coisa com os papagaios, mas acabamos por os lançar (hoje), mas isso falamos mais á frente...

Bem , bámos a manjar ! ALMOÇO!!
Alto antes disso...
Chegou o pão! " OH SENHOR QUER POM (pão)" Lá foi o Jorge á carrinha ! Finalmente temos pão , ao fim de 365 mil anos sem pão ( foi só desde sábado XD )!
Isto foi durante a execução dos papagaios!


TESTE DO TIMOM

O Gonçalo rasga um pedaço de entre os olhos do pequeno Timom!!

Toca a reforçar o papagaio!
Agora sim!! Vamos comer!
Brasas acesas, salada em execução e...
" Joana, cortei-me" ( Bea ) ( a Bea falou )

Lá foi a Bea ter com o Nuno fazer o curativo...
" JORGE, JORGE" Gritava o Nuno

"BEA, ACORDA" o resto é história s:
Depois do peixe cozinhado e do Cabeda a afastar as moscas do peixe fomos comer: PEIXE NA BRASÉX!!

Hum, diferente e delicioso!!



Siga pá praia lançar os papagaios!

SURPRESA DAS SURPRESAS - Prai pequena + 100000 pessoas, não existência de espaço para largar os papagaios

CONCLUSÃO:

  • Joana a olhar na praia;
  • Jorge ... a tirar fotos ao pessoal;
  • canalhada (e os velhos) na água enfiados, ou na toalha a tostar, e de vez enquando as garinas iam jogar volley!

e o Inglês gostoso? Hum, era a Chica e a Maria a babarem-se na toalha!!

Já é mazé hora de bazar, já nem sol dá na praia!

  • Jorge e as Panteras - Intermarché
  • Nuno e os Morcegos - Farmacia
  • Joana e as Suricatas - Campo, estes meninos perderam-se no caminho para o campo XD e o Coutas só se ria, ea a Joana ìa atrás ( no riso) e a Marta a tentar descobrir o caminho, e a Bea... calada 123 (três olhos?)

Marta vai lavar grelhas, Coutas vai organizar o jantare a Bea vai tomar banho... Chegaram as Panteras! E Afinal os Morcegos não foram á Farmácia( noticia de última hora by Gonçalo)!

Hoje a janta é na brasa (outra vez) mas é carne1 Hoje é pa descontra. Pão com fêveras (lê-se febras). pão+sumo+música= FESTA.


E é isto, vamos trabalhar que amanhã é pa basar!!! Até amanhã.

( Texto Elaborado Equipa Suricata )

1 de Agosto - Á Descoberta

Depois do belo jantar do dia anterior (massa à bolenhesa), e de uma noite de descanso a ouvir “pi pi pi” do alarme, a alvorada foi às 8h30 e lá foram os morcegos cortar a melancia e aquecer o leite para todos nós.


Já de pequeno-almoço tomado, fomos para a missa (já atrasados, como sempre!). Onde é a igreja? Aliás a capela? Mais umas trinta voltas à vila até que chegamos.


“Olha”, dizia o padre (umas sessenta mil vezes). E primeiro que terminasse o seu discurso…JESUS!


Depois andamos a vaguear pela vila do Carvoeiro sozinhos e abandonados a conhecer. Estivemos perante um senhor que é do norte (Maia) mas que está aqui no Algarve há treze anos. O senhor está tótil moreno e não gosta de natas, mas de resto come qualquer coisa!!! AHH, um café é 1€, chissa penico. Já agora o preçário todo: imperial (1,80€), tabaco UTAH (2,50€).

Depois desta bela conversa com este belo senhor…oiga passear. Era para conhecer a vila, mas é complicado saber informações sobre a mesma “aldeola”, o posto turístico “i” estava “cerrado”!!!!

Tá “beim”, fomos aos restaurantes e pelas ruas perguntar. Informações obtidas? Poucas:


· Bebida típica - medronho, é feito com um fruto qualquer da Serra de Monchique e com água ardente…hummmm


· Existe a fortaleza e a Capela de Nossa Senhora da Encarnação do século XVII e mais não digo.


· O farol de Alfanzino (algures cá nas redondezas);


· Escuteiros marítimos (Carvoeiro e Serragudo);


· Doce típico do Algarve: doces de figo e D. Rodrigo;


· Prato típico: Carapaus alimados, peixe assado, cataplanas.




Agora um pouco sobre a Lagoa: é uma cidade do distrito de Faro e é subdividida em seis freguesias. Este município faz fronteira com o município de Silves, e com Portimão, e a sw tem a costa no Oceano Atlântico.

Em 16 de Janeiro de 1773, foi criado o Concelho de Lagoa (por D. José), que foi elevada à condição de vila a sua principal povoação. Esta região possui grandes potencialidades naturais que permitiram para uma estabilidade económica nas áreas da agricultura, pesca, pequena indústria e turismo.

As principais fontes de receita do conselho provêm das actividades piscatórias, da cultura da vinha e da tradicional cultura de sequeiro. Desde a década de 60, o turismo foi o principal impulsionador de desenvolvimento da Lagoa, criando assim estruturas de apoio imprescindíveis à dinamização do tecido económico, com grandes influências no mercado de emprego.

As praias… Praia da Abandeira, Praia da Angaista, Praia do Barranco, Praia do Barranquinho, Praia de Benagil, Praia da Sra. Da Rocha, são as principais praias deste concelho.

O património:


· Igreja Matriz de Lagoa- com elementos exteriores do barroco, do século XVIII. É dividida em três naves, e no altar-mor encontra-se a imagem de Nossa Sra. da Luz. Nos restantes altares encontram-se relicários dos sécs. XVII e XVIII;

· Convento de S. José;

· Igreja Matriz de Estômbar- séc. XVI, em honra de S. Tiago. Situa-se no centro da freguesia de Estômbar.


Depois deste passeio, fomos almoçar o belo franguinho bêbado. E depois…surpresa das surpresas! Fomo-nos sentir caga-milhões e fomos jogar golf.

Tacadas para aqui, tacadas para ali. Muitas bolas perdidas (e encontradas) e o belo jogo entre equipas.





Estamos no campo….a escrever, a musicar e a trabalhar nos papagaios…sem chefes!
Momentos depois…não, ainda não temos o papagaio pronto, e não está a correr muito bem.
Hora do banho…morcegos first! Then the others! Enquanto os morcegos fazem o bacalhau à brazéx, o Nuno, o Jorge, a Ana e mais alguns comem caracóis. (Admitamos, cheiram mal, mas até que são bons) :-P

Bem, depois de esperar pela Ana e pela Marta (que estavam no banho) fomos comere! “OH, IANÁ, OH MÁRTA, BENHÃO COMERÉ!”

Já comemos, siga para o baile à beira da praia!!! Até a Bea dançou! A bea dançou? Custou, mas dançou!






E lá veio o marítimo outra vez! (Depois das bebidas e dos gelados). Agora, depois de escrever isto vamos reflectir, sobre quê? Não sabemos, mas vamos e depois…zzzzzzz

Hasta!


(Texto Elaborado Equipa Suricata)

sábado, 31 de julho de 2010

31 de Julho - Partir

08h30, já os Pioneiros da Areosa se encontravam na Paróquia prontos a carregar os seus carros de viagem que os levariam até à Lagoa!
Onde estão as manas Lima? 09h15 apareceram elas, prontas a ouvir um sermão do chefe Nuno ( xD). Depois deste pequeno discurso, fomos ouvir um discurso ainda maior do Xô Padre!
Carros e elementos benzidos, tralhas enfiadas nas respectivas malas, beijinhos e abraços aos papás e ... SIGA VIAGEM!
Eram morcegos e um suricata na Navara, suricatas no Pólo e panteras no Punto... WalkieTalkies ligados toda a santa viagem!
" Nuno, tenho a mala aberta!" - gritava a Joana. Paragem de última hora em Miramar para fechar a mala que estava fechada!!
E... SIGA VIAGEM ( outra vez) !
Proxima viagem Figueira da Foz ou não ... Paragem na estação de serviço, alias após a portagem para o lanchinho, e depois sim ... Figueira da Foz para fazer xixi ! Meninas para um lado, meninos para o outro (literalmente)
... mais uma vez SIGA VIAGEM! suposta próxima paragem: Lisboa
Qual Lisboa qual quê!? Acabamos por almoçar no Mosteiro da Batalha, pois já eram 14h05!!!
Antes do almoço ainda houve tempo para a bela da fotografia com os noivos mais belos (ou não) de sempre!!
Vamos masé comer!!
PESSOAL, A MARTA COME CARNE ESTE ACAMPAMENTO!!! WOW!
Depois do belo do almoço, vamos à sobremesa: GELADO, GELADO!! : DD
Enquanto nos deliciavamos com o belo do Calipo, siga ter uma aula de história d'artes.
Uma voltinha ao mosteiro, uma visitinha pelo Coutinho à casa do sem-abrigo (contentor do lixo o=) e mais uma vez, metidos nos carros até à Repsol situada numa estrada nacional sem fim ... algures no sul de Portugal!
(PELOS CAMINHOS DE PORTUGAL ... TAMTAM ...!!)
É obrigatório referir que até este ponto (e mesmo depois dele) a Bea passou a viagem a dormir, o Coutinho a chatear e a Marta a bombar ou a trabalhar (no seu cordão)!!
Nesta pequena paragem para lanchinho houve tempo para uma musiquinha, aliás, para algum barulho! Jambés aqui ... didjiridus ali ... e gunas com a sua grande música acolá!! (=
Esta foi a última paragem até ao destino deste dia!
A verdade é que só chegamos à nossa casinha da Lagoa por volta das 22h00 mas, vá admitamos, compensou!
Muito rapidamente visitamos a casa e o terreno (pequeno terreno envolvente da mesma) e tomamos o nosso banhinho relaxante! (paracendo que não, a viagem já nos pôs a cheirar TOTIL mal x:)!
Agora, enquanto esperamos pelo jantar, servido e cozinhado pelas panteras (são de momento 23h15) estamos para aqui a "botar" tudo o que se passou neste dia!
Hoje vamos dormir dentro da casa, ... amanhã, ... quem sabe!?
Vamos masé manter a porta fechada para não entrarem bichos (: *
Até amanhã!!
( Texto Elaborado Equipa Suricata )

INTRODUÇÃO

Este diário do Acampamento é feito integralmente pelos nossos Pioneiros, no entanto, eles só vão ter conhecimento do resultado final quando virem o Blog em casa e com mais um Acampamento vivido.
Os textos que entram todos os dias são escolhidos dos diários de cada equipa e aquele que na nossa perspectiva melhor descreve o dia. Pretende-se que cada equipa tenha o seu próprio caderno de viagem e que o grupo, potenciado pela capacidade de cada equipa, apresente o seu próprio caderno de viagem.

O COMEÇO DA AVENTURA



Tudo começou quando tivemos que decidir qual o rumo a dar ao nosso grupo. Com o cantinho da imaginação a funcionar surgiu a ideia de seguirmos “A volta ao Mundo em 80 dias” como tema do nosso empreendimento. Um empreendimento, para ser completo e viável de concretizar, tem de ser constituído pelo imaginário (história de acordo com o tema e sobre a qual giram todas as actividades) e pelas actividades. O nosso imaginário tem como herói o Neiro e é mais ou menos assim:


Era uma vez um rapaz chamado Neiro que desde cedo decidiu envergar pelo caminho do escutismo. Certo dia, juntamente com os seus amigos, chegaram à conclusão que não conheciam nada acerca do Mundo, que precisavam de mais para sentirem que possuíam uma mínima bagagem cultural. Após isto, começaram a preparar a sua viagem. Embarcaram na aventura do conhecimento e ficaram estupefactos com a quantidade de coisas que eles não conheciam, que não sabiam a história nem o porquê de existirem.


Foi desta forma que decidimos guiar o nosso ano escutista, encarando-o como um ano de crescimento cultural. Depois do tema e do imaginário decididos faltavam as actividades. Propusemos actividades de conhecimento; inicialmente da nossa cidade, depois do país, seguindo-se a Europa e, por fim, o Mundo. Para isso, foram propostos jogos de cidade, acampamentos temáticos (relacionados com o nosso ou outros países/continentes), jantares temáticos e, como actividade de Verão, um Inter-Rail. Esta última actividade não era possível realizar, não só devido ao pouco tempo que tínhamos para o fazer (uma semana), mas também porque o nosso grupo é muito jovem e não era muito apropriado. Depois de termos analisado bem a situação do Inter-Rail começámos a pensar como o Neiro “Se calhar não conhecemos assim tão bem o nosso país” e assim surgiu a ideia do Intrarail- recentemente alterado para RoadTrip- e de nessa semana conhecermos locais do nosso país e actividades que podemos desfrutar cá.


Deste modo, viemos nesta incrível viagem, que nos vai enriquecer imenso, porque não há melhor sensação do que conhecer a cultura e os cantinhos à beira mar plantados que fazem parte da nossa identidade pessoal, escutista e cultural.